O Brasil registrou o maior número de mortes diárias pela Covid-19 nesta terça-feira (23), com a confirmação de 3.251 novas mortes nas últimas 24 horas. O país totaliza 298.676 mortes pela doença do novo coronavírus.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) contabiliza um total de 82.493 novos casos confirmados, elevando o total de confirmações para 12.130.019 infectados pela Covid-19.

Os números desta terça elevaram as médias móveis de casos e de mortes para novos patamares recordes. A média móvel de casos subiu para 76.545 confirmações em média por dia, enquanto a média de mortes passou para 2.436 óbitos por dia.

Os números são registrados no primeiro dia da gestão do novo ministro da Saúde, o médico cardiologista Marcelo Queiroga, que tomou posse nesta terça-feira (23) em cerimônia discreta no Palácio do Planalto. O general Eduardo Pazuello foi exonerado do cargo.

Versão atualizada do cronograma de vacinação brasileiro mostra ainda uma queda de 10 milhões de doses na previsão de imunizantes contra a Covid-19 para distribuição em abril. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reduziu a estimativa de entregas em 9 milhões, enquanto o primeiro lote de doses da Pfizer saiu da previsão oficial.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vai discursar em rede nacional de rádio e televisão às 20h30. Segundo interlocutores, a ideia é tratar de ações do governo federal no combate à pandemia. Também deverá falar sobre a substituição no Ministério da Saúde.

Mais cedo nesta terça, Bolsonaro sofreu um revés no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Marco Aurélio Mello rejeitou uma ação proposta pelo presidente contra medidas restritivas de circulação adotadas na Bahia, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.

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Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.

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