CONHEÇA BAIXADA SANTISTA

SANTOS

Localizada no litoral paulista e a 72 quilômetros da Capital, a cidade ostenta o 5º lugar no ranking de qualidade de vida dos municípios brasileiros, conforme Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) aferido pela Organização das Nações Unidas (ONU) com base nos níveis de expectativa de vida, educação e PIB per capita.

As atividades ligadas ao Porto – o maior da América Latina, com 13 quilômetros de extensão e por onde passa mais de um quarto de todas as cargas que entram e saem do Brasil, configuram como principal fonte de riquezas do município, fazendo de Santos a cidade da Região Metropolitana da Baixada Santista mais importante economicamente e uma das mais ricas do País.

Os setores do turismo, de serviços e da pesca em geral completam a lista de maiores atividades da economia santista. De um lado a economia pujante, de outro sua vocação para o lazer. Santos tem como principal atrativo os sete quilômetros de praia, acompanhados pelo maior jardim de orla do mundo – título concedido pelo Guinness World Records.

Em pé de igualdade com os jardins e a praia, como principais pontos turísticos e cartões-postais da Cidade, está o Centro Histórico. Região vizinha ao complexo portuário, o Centro conserva vivo em suas estreitas e charmosas ruas com calçamento de pedra um passado de glórias com a comercialização do café, que já figurou como principal produto de exportação brasileiro. A Cidade tem se destacado também no turismo de negócios e no ecoturismo, já que quase a totalidade de sua porção continental se mantém preservada, o que  demonstra a prioridade pela conservação do ambiente.

Por suas diversas característas econômica, infraestrutural e de serviços, Santos posição de destaque no cenário nacional: é a 1ª cidade do Brasil em qualidade de vida, segundo ranking BCI-100, desenvolvido pela Delta Economics & Finance Santos; foi eleita a melhor cidade para se viver após os 60 anos pelo Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL) – iniciativa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, e mantém o Título de Cidade Educadora desde 2008, concedido pela Associação Internacional de Cidades Educadoras (Aice) Desde 2015, a cidade integra a Rede de Cidades Criativas da Unesco.

 

SÃO VICENTE

Com quase 500 anos, São Vicente foi a primeira vila do país, fundada em 22 de janeiro de 1532 por Martim Afonso de Souza, se tornando a cidade mais antiga do Brasil. Do local também saíram as primeiras expedições para o interior, inclusive a que fundou a cidade de São Paulo.

Hoje, a população de São Vicente é de mais de 350 mil habitantes e ocupa o centro geográfico da Baixada Santista. A cidade localiza-se na parte oeste da Ilha de São Vicente, entre Santos e Praia Grande.

O turismo em São Vicente é bem variado, com praias pontos turísticos naturais, arquitetônicos, culturais e históricos.

Entre suas atrações se destacam as praias; Itararé, Milionários e Gonzaguinha; a Ilha Porchat; a Ponte Pênsil (a mais antiga do Brasil, inaugurada em 1914); e o teleférico que a liga a Praia de Itararé até o Morro de Voturuá, onde se tem uma vista deslumbrante da região.

História de São Vicente

A região de São Vicente foi descoberta em uma expedição do português Gaspar de Lemos, em 1502, que encontrou a ilha e a batizou com este nome em homenagem a São Vicente Mártir.

Em 1532, Martim Afonso de Sousa fundou oficialmente a vila, que foi a primeira vila portuguesa da América, por ordens do rei de Portugal, dom João III.

Hoje, o município de São Vicente está situado na metade ocidental da Ilha de São Vicente, que compartilha com Santos, que fica na outra metade.

 

GUARUJÁ

A cidade de Guarujá situa-se na Ilha de Santo Amaro. E foi em 20 de janeiro de 1502, que aportou Américo Vespúcio. Mas apesar de tão precoce visita, a ilha permaneceu quase abandonada por maia de 300 anos, pois os pântanos, a topografia e os indígenas hostis que viviam no local afastavam os colonizadores.

Em função dessas condições, a Ilha teve pouca atividade econômica nesse período, havendo apenas extração de óleo de baleias, a pesca e alguns engenhos de açúcar.

Foi somente em 1832, que Guarujá chega a condições de vila, através de um decreto Imperial. Em 1892, o engenheiro paulista Elias Fausto Pacheco e o Conselheiro Antonio Prado criaram a Companhia Balneária de Guarujá e fundaram a Vila Balneária de Guarujá.

Para isso foram encomendados nos Estados Unidos, um hotel, uma igreja, um cassino e 46 chalés residenciais desmontáveis de pinho da Geórgia. A Vila, fundada em 3 de setembro de 1893, contava com o serviço de água, esgoto e luz elétrica. Para trazer os turistas à Vila Balneária de Guarujá, foi organizado um sistema misto de transporte ferroviário e marítimo.

Foram adquiridas duas barcas, “Cidade de Santos” e “Cidade de Guarujá”, que partiam do Valongo, junto à estação ferroviária da “São Paulo Railway”, em Santos, visando atender a elite da sociedade paulista que começava a descobrir Guarujá para o turismo.

A partir de então, o crescimento da cidade foi continuo. Em 1947, Guarujá foi elevado á categoria de município, tendo como primeiro prefeito Abílio dos Santos Branco.

 

PRAIA GRANDE

Praia Grande é um município na Região Metropolitana da Baixada Santista, estado de São Paulo, Brasil. A estimativa da população, de acordo com a revisão censitária do IBGE para 2018 era de 319 146 habitantes, sendo a terceira cidade mais populosa do litoral paulista, depois de São Vicente e Santos.

A cidade de Praia Grande tem uma das praias mais movimentadas do Brasil, tendo sido eleita pelo Ministério do Turismo como a 4ª cidade que mais recebe turistas no país durante a temporada de verão, depois de São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis[8]. Na alta temporada, recebe cerca de 1,86 milhão de turistas[9] (mais de cinco vezes a sua população fixa, que também vem se expandindo depressa: com crescimento de 56 000 habitantes entre 2000 e 2009, Praia Grande recebeu o título de “a cidade que mais cresce no Brasil”).[10]

Praia Grande é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo governo paulista, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Existem outros municípios, que não sendo estâncias balneárias, ainda assim são estâncias turísticas. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do estado, através do Departamento de Apoio às Estâncias do Estado de São Paulo, para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar, junto a seu nome, o título de “estância balneária”, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais. [carece de fontes]

Praia Grande forma, junto com os municípios de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Santos e São Vicente, a Região Metropolitana da Baixada Santista, criada pela Lei Complementar 815, de 30 de junho de 1996, tornando-se, assim, a primeira Região Metropolitana brasileira criada sem status de capital estadual. A região possui 1 765 927 habitantes, conforme atualização do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgado em 2013.[11]

 

CUBATÃO

Cubatão é um município do estado de São Paulo, na Região Metropolitana da Baixada Santista, microrregião de Santos. A população aferida na contagem de 2008 foi de 127.702 habitantes. A cidade ocupa 142,3 km² de área, o que resulta numa densidade demográfica de 845,3 hab/km².

Faz divisa com os municípios de Santo André, ao norte, Santos, ao leste, a Baía de Santos, ao sul, São Vicente, a sudoeste e São Bernardo do Campo, a noroeste.Com um grande parque industrial, Cubatão enfrentou no passado a ameaça constante da poluição.

Na década de 80, foi considerada pela ONU como a cidade mais poluída do mundo. Contudo, com a união de indústrias, comunidade e governo, a cidade conseguiu controlar 98% do nível de poluentes no ar.

Por isso, em 1992 recebeu da ONU o título de Cidade-símbolo da Recuperação Ambiental.

 

Cubatão de portas abertas para o turismo

Imagine uma cidade abraçada por um cinturão verde que se espalha por escarpas de 700 metros de altitude, abrigo de milhares de espécies de árvores e animais em risco de extinção, como a jaguatirica e a ave guará-vermelho. Um lugar tranqüilo, onde a história ficou gravada em caminhos de pedra e monumentos imponentes. Uma terra pontilhada de parques ecológicos e manguezais preservados, cortados por rios piscosos com praias em suas margens.

Muita gente pode até não acreditar, mas esse lugar é Cubatão. O turismo educacional e o ecoturismo estão despontando na Cidade e apresentam grande potencial de crescimento. Escolas e universidades – até de outros estados – estão sendo atraídas pelo contraste provocado por uma cidade que reverteu espetacularmente um quadro desfavorável de poluição e aprendeu a conciliar seu perfil industrial com o turismo. A principal atração de Cubatão está justamente em seus rios, hoje recuperados.

Passeios de barco levam os turistas a manguezais onde é possível avistar a única população de guarás-vermelhos fora das regiões Norte e Nordeste. Os peixes também voltaram aos rios, tantos que Cubatão é um dos destinos preferidos pelos amantes da pesca esportiva. O Largo do Canéu e os rios Casqueiro e Cubatão são hoje citados até em publicações internacionais de pesca.

 

Ecologia e história no mesmo destino

Esqueça aquela idéia de que Cubatão seja sinônimo de poluição. Isso é passado distante. É principalmente na recuperação da qualidade do nosso ar, na volta dos peixes aos rios e na completa recuperação da Mata Atlântica que está o nosso maior produto turístico. Os investimentos de milhões de dólares no controle das fontes poluidoras no Parque Industrial provaram ao mundo que, com responsabilidade e união de esforços, progresso e natureza podem caminhar juntos. Nossa cidade possui atrativos históricos, artísticos, religiosos, de recursos naturais e paisagísticos.

Somos, portanto, um município com grande potencial turístico, dada a diversidade de opções de lazer oferecidas. Quanto à natureza histórica, que também agrega belezas naturais e paisagísticas, destacamos o Caminho do Mar, com seus monumentos, e o Largo do Sapo, que historicamente abrigou o primeiro processo alfandegário do país, no século XVII, representado pelo pedágio que os jesuítas implantaram às margens do Rio Cubatão para os tropeiros que subiriam as encostas da Serra do Mar com suas cargas para São Paulo de Piratininga.

Os recursos naturais e paisagísticos estão perfeitamente protegidos no Parque do Rio Perequê e no Parque Estadual Itutinga-Pilões, com cachoeiras, rios de águas cristalinas e trilhas demarcadas, catalogadas pelo Sebrae. A cidade é rica em tradições religiosas, comdestaque para a Festa de São Lázaro e da padroeira Nossa Senhora da Lapa.Outro atrativo é o potencial artístico dos seus moradores, em especial no campo musical.

O município realiza eventos dentro de um calendário oficial que traz para a cidade considerável público de outras regiões. Cubatão oferece ainda importantes áreas de lazer e recreação como o Parque Municipal Anilinas (área verde de 50 mil metros quadrados, no centro urbano) e o Parque Cotia-Pará, com um importante trabalho educativo-ambiental. As marinas proporcionam pesca esportiva e roteiros náuticos para visitação aos manguezais e a prática do bird watching, atrativo excepcional dada a diversidade e beleza dos pássaros que habitam esses berços naturais que são os manguezais.

A rede hoteleira, com cerca de 700 leitos, é complementada pela facilidade que os turistas encontram para se instalarem nos municípios próximos, dada a facilidade de locomoção entre as cidades da região Metropolitana da Baixada Santista, existindo já diversos roteiros alternativos intermunicipais. Cubatão possui excelente abastecimento de água potável, sendo inclusive o berço dos recursos hídricos da região. Queremos convidá-lo a visitar nossa cidade, e comprovar diretamente como Cubatão é uma cidade privilegiada, que atende a todos os requisitos para se tornar uma Estância Turística.


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